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Release postado no site da UNICAMP (28/03/17):

Um baixo nível de crescimento econômico ou um crescimento zero seriam saídas para a redução do impacto da ação do homem sobre a natureza? Os parâmetros atuais de avaliação do desempenho da economia retratam com acuidade os bônus e ônus proporcionados pelo modelo capitalista adotado na maior parte do mundo? Essas são algumas das questões levantadas nesta segunda-feira (27) durante o Fórum Capitalismo e Meio Ambiente, Crescimento Zero e Desenvolvimento Sustentável, que reuniu especialistas das ciências econômicas, sociais e ambientais no Centro de Convenções da Unicamp.

Desde o início dos anos 1970 a humanidade utiliza anualmente mais recursos do que o planeta é capaz de regenerar, segundo o conceito de pegada ecológica. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial alcance a marca de 9,7 bilhões de pessoas até 2050, exercendo um impacto ainda maior sobre esse déficit. Os dados foram apresentados pelo economista Junior Garcia, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que abordou o tema macroeconomia ecológica e desenvolvimento sustentável.

Garcia destacou que os benefícios do desenvolvimento tecnológico das últimas décadas não foram suficientes para compensar o aumento das emissões de gases de efeito estufa, a elevação do padrão de consumo e outras consequências da ação humana no ambiente. “Nós perdemos os ganhos de eficiência pelo efeito escala.”   Leia Mais

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